Humanos do nosso Brasil:
A
monsanto está repetindo a estratégia de introduzir transgencos ilegalmente via
contrabando no nosso pais - dessa vez é o algodão, o Brasil é um dos centros
de origem do algodão no paneta, ainda temos especies nativas preservadas
cultivadas por indigenas, esse patrimonio genetico da humanidade será
fatalmente contaminado pela polinização cruzada - declarações do diretor de
assuntos corporativos da monsanto, Sr. Rodrigo Almeida : "o algodão
resistente a insetos gera 30% de redução de custo. São US$ 300 a menos por
hectare em uma plantação que custa US$ 1000 por hectare". Com base nisso,
ele justifica o contrabando. diz: "não é difícil, sabendo disso, que
alguém tenha trazido dez sementes escondidas no bolso".
Irmãos,
o que temos aqui é uma repetição do caso da soja Roundup Ready (RR). Mais uma
vez, empresas transnacionais em conluio com segmentos produtivos passam por cima
da lei, humilham o Poder Público, e anunciam que está sendo feito o
contrabando. Mais uma vez a Monsanto, dona da soja RR, e totalmente envolvida no
contrabando em larga escala ocorrido no Sul do país, vem anunciar um crime.
Mais uma vez os grupos interessados em impor transgênicos ao país forjam uma
situação para criar o caos, o fato consumado. Acreditam que acontecerá como
no Rio Grande do Sul, quando entidades e empresas criaram uma situação de
crise e obrigaram o Governo a editar uma, e depois outra Medida Provisória para
resolver o problema. As empresas de biotecnologia, as sete grandes transacionais
do setor, têm pressa. Elas não podem aguardar que o país, faça uma lei
regulamentando a matéria. Por isso promovem esta confusão no campo.
Intencionalmente contaminou-se os campos do Sul. E o Governo, humilhado, foi
obrigado a liberar o produto. Será que vai acontecer com o algodão
transgênico o que já aconteceu com a soja RR? Será que o Governo vai ficar
passivo diante do crime que está sendo cometido? A história se repete. Mais
uma vez a Monsanto anuncia a existência de um crime. Para o caso da soja
transgênica, plantada ilegalmente, ninguém foi punido, nenhum contrabandista
foi preso. Aliás, a Monsanto foi quem mais ganhou com o crime: conseguiu a
contaminação dos campos do Sul com soja transgênica, e ainda está ganhando
dinheiro cobrando royalties por uma soja contrabandeada!
Nossa
geração assiste ao momento histórico de extinção em massa de especies
vegetais, em nome do dinheiro ! isso nunca aconteceu antes com essa velocidade
na historia - as consequencias disso para o nosso bioma são i n c a l c u l a v
e i s !
O que
fazer ? (sugestões) - questionar politicos e autoridades de seu relacionamento
para que se posicionem a respeito - exigir a rotulagem - ir ao gerente dos
supermercados e perguntar onde estão os rotulos ?!!! - articular para que sejam
criadas leis municipais proibindo plantio dos trangenicos - mostrar aos nossos
filhos e jovens oque está acontecendo - conversar a respeito com professores e
outros multiplicadores de opinião, - discutir o assunto em seus circulos de
relacionamento, - se alinhar aos movimentos organizados para acões politicas, -
apoiar a ministra Marina Silva do Meio Ambiente,
com angustia mas em cooperação, romeu.
Por um Brasil Livre de Transgênicos
Número 204 - 07 de abril de 2004
Caros Amigos,
Algodão
Bt na Índia e no Paquistão. Soja RR na Romênia e no Brasil. Depois desses e
outros casos de introdução ilegal de sementes transgênicas nos países, agora
é o algodão transgênico da Monsanto que invade lavouras brasileiras. Em
matéria publicada recentemente no jornal do provedor de internet Terra, Rodrigo
Almeida, diretor de assuntos corporativos da Monsanto Brasil, diz que é
possível que o algodão transgênico esteja sendo cultivado no país.
O
que vemos se repetir são diferentes momentos de uma mesma estratégia forjada
pelas empresas: disseminar ilegalmente suas sementes, fazendo também com que as
lavouras convencionais sejam contaminadas, e obrigar os governos a legislarem
sempre em desvantagem, tentando, desbaratinadamente, lidar com a situação de
fato consumado.
Discutir
a co-existência entre lavouras convencionais, orgânicas e transgênicas, como
tem provocado o ministro Roberto Rodrigues, da Agricultura, é ilusão. A
contaminação genética por cultivos transgênicos é inevitável, tanto é que
este é o centro do debate na Europa. Por conta disso também, como relatado no
Boletim 203, que a Bayer desistiu de comercializar sua variedade de milho
transgênico no Reino Unido. Os europeus estão se perguntando quais serão os
limites toleráveis de contaminação e quem se responsabilizará pela
transferência indesejada de genes.
No
caso do algodão no Brasil os problemas são ainda mais sérios. Além de
contaminar lavouras não-transgênicas, por ser o país um dos centros de origem
e distribuição da espécie, há ainda o risco de deriva gênica para plantas
silvestres aparentadas. Nesse caso, a situação pode ser irremediável. Plantas
silvestres adquirirão o gene inseticida, podendo causar desequilíbrios
ecológicos ainda mais sérios.
Não
podemos aceitar a continuidade dessa estratégia de contaminação que visa
tornar a agricultura e os alimentos não-transgênicos confinados a nichos de
mercado. É urgente que o Ministério da Agricultura, o Ministério do Meio
Ambiente, a CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança / Ministério
de Ciência e Tecnologia) e a Polícia Federal investiguem o caso, se pronunciem
e coíbam esse crime.
Neste número:
1.
Ministério rastreia soja para fiscalizar a rotulagem 2. Monsanto mantém
cobrança de “royalties” 3. Soja transgênica produz 6% menos 4. Herbicidas:
Ministério Público pediu arquivamento de inquérito 5. Paranaguá não vai
exportar soja transgênica 6. Nova Zelândia estende moratória por mais 4 anos
Dica
sobre fontes de informação
Sistemas
agroecológicos mostram que transgênicos não são solução para a agricultura
Agricultores ecológicos de Canoinhas buscam ampliar mercado
1.
Ministério rastreia soja para fiscalizar a rotulagem O rastreamento da soja
transgênica da safra 2003/2004, a partir dos Termos de Compromisso,
Responsabilidade e Ajustamento de Conduta assinados pelos produtores, será a
principal ferramenta do governo para fiscalizar o cumprimento do decreto que
exige a rotulagem de todos os alimentos a base de produtos transgênicos ou que
contenham entre os ingredientes, organismos geneticamente modificados. Por meio
das notas fiscais será possível identificar os elos da cadeia de comércio da
soja transgênica plantada no país, principalmente no Estado do Rio Grande do
Sul. “O Ministério [da Agricultura] tem como saber para onde está indo a
soja transgênica”, garantiu o secretário-executivo da pasta, Amaury Dimarzio.
As indústrias de alimentos e rações que compraram esta soja podem ser
identificadas pelos documentos fiscais. Caso os alimentos produzidos com esta
soja não estejam sendo rotulados, a indústria poderá ser multada com base no
Código de Defesa do Consumidor. Também serão multadas as empresas que não
prestarem esta informação nas respectivas notas fiscais. (...) A Agricultura
pretende montar uma “força-tarefa” para fiscalizar o cumprimento das regras
de rotulagem com a ajuda dos fiscais de outros órgãos envolvidos, como os
Ministérios da Justiça e da Saúde e da Agência Nacional de Vigilância
Sanitária. Também haverá colaboração dos Procons e órgãos de defesa do
consumidor nos estados e municípios. Estão sendo disponibilizados R$3,4
milhões para que o ministério possa custear a fiscalização. A verba prevê
inclusive exames laboratoriais para identificar a presença de transgenicos nos
alimentos. No Rio Grande do Sul, que concentra mais de 95% da produção
declarada de soja transgênica do país, a fiscalização será mais exigida.
Segundo o governo, dos 83,6 mil produtores de soja que assinaram o Termo de
Compromisso, 81,6 mil estão no Estado. Valor Econômico, 06/04/04. N.E.: Para
ler a Instrução Normativa que regulamenta a rotulagem acesse o site http://www.in.gov.br/materias/xml/do/secao1
2.
Monsanto mantém cobrança de “royalties” A Federação dos Trabalhadores na
Agricultura (Fetag) do Rio Grande do Sul vai iniciar uma mobilização para que
a Monsanto reveja a decisão de cobrar dos pequenos produtores “royalties”
sobre a soja transgênica plantada no estado. A entidade, representante dos
interesses da agricultura familiar, alega que, com a seca que assola as lavouras
gaúchas, a maior parte dos produtores não terá condições de arcar com as
despesas. “Vamos formalizar o pedido à Monsanto”, anunciou ontem o deputado
estadual Heitor Schuch (PSB), ex-presidente da Fetag, lembrando que a estiagem
já provocou uma quebra de 30% na safra gaúcha de soja. O deputado socialista
afirma que irá buscar a adesão à proposta dos demais sindicatos de
trabalhadores rurais e entidades ligadas à agricultura e promete uma
mobilização estadual. A Federação das Cooperativas Agropecuárias do Rio
Grande do Sul (FecoAgro) já manifestou apoio à Fetag. O assunto também foi
abordado pela Comissão de Agricultura da Assembléia Legislativa gaúcha. A
Monsanto divulgou uma nota evasiva no final da tarde, mas por meio de sua
assessoria de imprensa afirmou que não vai abrir mão dos “royalties”. “A
Monsanto reconhece que a questão da estiagem tem, sem dúvida, causado
dificuldades para a agricultura do Rio Grande do Sul. Para a Monsanto, trata-se
de um assunto que afeta toda a cadeia produtiva, incluindo agricultores,
fornecedores de insumos, agentes financiadores, governo, exportadores,
indústrias de agroquímicos etc., pois seus resultados dependem do sucesso da
agricultura.” Por isso, segundo a empresa, “todos devem buscar, em conjunto,
alternativas para minimizar o impacto causado por esta variável incontrolável,
que é o clima”, diz o primeiro parágrafo da nota. Após oito meses de
negociação, Monsanto, agricultores, traders e cooperativas chegaram a um
acordo no final de janeiro sobre a cobrança de “royalties” da soja RR, uma
remuneração pela propriedade intelectual e investimentos em pesquisa.(...) A
empresa lembra que o acordo foi selado também com a Fetag. Para certificar-se
da cobrança, a Monsanto contratou a PriceWaterHouseCoopers e espalhou auditores
nos pontos de recebimento de soja no Rio Grande do Sul. Gazeta Mercantil,
02/03/04.
3.
Soja transgênica produz 6% menos A soja transgênica produz 6% menos que a soja
convencional e é prejudicial ao solo. A afirmação é do professor Miguel
Altieri, Doutor em Agroecologia e professor titular na Universidade de Berkeley,
Califórnia - EUA. Ele esteve no Paraná a convite da Universidade Federal do
Paraná - UFPR - e visitou unidades da Secretaria de Agricultura e
Abastecimento. Altieri elogiou a posição do governo paranaense a respeito dos
organismos geneticamente modificados ao secretário Orlando Pessuti. "Ainda
não conhecemos os impactos ambientais causados pelos organismos geneticamente
modificados. Os estudiosos que tentaram observar foram crucificados pelo meio
acadêmico. Infelizmente o monopólio é muito grande”, revela o professor.
Governo do Estado do Paraná - Assessoria de Imprensa - 22/03/2004
4.
Herbicidas: Ministério Público pediu arquivamento de inquérito São Paulo, 05
-- A Monsanto apresentou hoje documento do Ministério Público do Paraná que,
segundo assessoria de imprensa da empresa, mostraria que não há
irregularidades na bula dos herbicidas Roundup WG, Roundup Transorb e Roundup
Original. Alegando que há "conflito de informações" entre a bula
aprovada pelo Ministério da Agricultura e as publicações que são
endereçadas aos médicos e paramédicos sobre atitudes a serem tomadas no caso
de intoxicação, o governador Roberto Requião (PMDB) proibiu a
comercialização desses herbicidas no Paraná. Os herbicidas Dormex e Poast, da
Basf, também foram proibidos. No caso do Roundup, a decisão do governo
paranaense conclui processo iniciado em 22 de outubro de 2002, em Pato Branco,
cidade do sudoeste do Estado. Na ocasião, foi instaurado um inquérito
policial. A Monsanto apresentou cópia de um documento no qual a promotora
Cristine Elisabeth Bonamigo pede o arquivamento deste inquérito policial. No
documento, que data de 19 de setembro de 2003, a promotora alega que a bula dos
herbicidas em questão foi submetida à aprovação dos Ministérios da Saúde,
Meio Ambiente e Agricultura. Não seria de responsabilidade pura e simples da
Monsanto. Além disso, a promotora observa que a Monsanto nega estar utilizando
o livreto "Procedimentos Clínicos", adotado pela Secretaria de
Agricultura do Paraná há 11 anos. A existência de tal livreto teria sido a
causa da abertura do inquérito policial. http://www.aeagro.com.br/soja/cenario/2004/abr/05/404.htm?cen=agronews
5.
Paranaguá não vai exportar soja transgênica (...) O Governador do Paraná,
Roberto Requião, reafirmou que o Porto de Paranaguá não vai exportar soja
transgênica porque não há como separar o grão convencional do transgênico.
“Não há como segregar a soja. Não temos condições técnicas para isso”,
disse o governador. Requião acredita que as pressões para que o Porto exporte
soja transgênica são desnecessárias e podem comprometer a imagem do Porto no
mercado internacional. Segundo o governador, “somos conhecidos pela ‘qualidade
Paraná’, pelo Porto que não exporta transgênicos e que é livre de febre
aftosa. Aceitar exportar transgênicos é entrar na vala comum de todos os
outros portos”. Nesta quinta-feira (01), o setor do Porto que controla a
cotação de preços de produtos agrícolas no mercado nacional cotou a saca de
60 kg de soja convencional em R$ 53,20, contra R$ 46 da soja transgênica. “Graças
à proibição da soja transgênica no Paraná, o preço do produto alcançou a
maior cotação do mercado brasileiro”, comemorou o governador. Apesar da
proibição de exportar transgênicos, o governador corrigiu a informação
trazida pela comissão designada pelo Ministério dos Transportes de que o
Governo não permite o transporte de cargas transgênicas pelo território
paranaense. Ao mesmo tempo em que Requião recebia a comissão, a equipe de
fiscalização da Secretaria da Agricultura lacrava e escoltava uma carga de
soja transgênica de Coronel Vivida com destino ao Porto de São Francisco, em
Santa Catarina.(...) http://celepar8cta.pr.gov.br
6.
Nova Zelândia estende moratória por mais 4 anos O governo de Victoria, Nova
Zelândia, impõe nova moratória de 4 anos para a plantação comercial de
canola geneticamente modificada. O governador de Victoria, Steve Bracks disse
que a decisão protegerá a imagem limpa e verde do estado. Bracks disse que
queria assegurar que os US$ 3,5 milhões procedentes das exportações de
produtos lácteos e grãos não se perdessem. Victoria tinha uma moratória que
deveria terminar em maio, a nova medida significa que não há mudança de
posição sobre os OGMs. Será criada uma legislação para outorgar ao estado o
controle sobre todos os cultivos geneticamente modificados, com uma proibição
específica de plantar canola geneticamente modificada até o ano de 2008. O
ministro da Agricultura, Bob Cameron, disse que a legislação permitiria
ensaios científicos e investigações fortemente controladas. Mas Victoria não
permitirá os ensaios que compreendem milhares de hectares como foi proposto em
outras partes da Austrália, disse. A canola geneticamente modificada é o
único cultivo alimentício que até agora foi aprovado pelo governo federal
para ser cultivado.
http://www.theage.com.au/articles/2004
Dica
sobre fontes de informação O documentário "Ouro verde - Plantações de
soja invadindo o cerrado e as florestas tropicais brasileiras" apresenta
algumas conseqüências do avanço da produção de soja no Norte e Centro-Oeste
do Brasil e revela sua tendência de acentuação de problemas sociais e
ambientais. http://www.amazonia.org.br/guia/detalhes.cfm?id=102532&tipo=6&cat_id=46&subcat_id=198
Sistemas
agroecológicos mostram que transgênicos não são solução para a agricultura
Agricultores ecológicos de Canoinhas buscam ampliar mercado A Associação dos
Grupos de Pequenos Agricultores de Canoinhas - SC - (Agrupar) é uma instância
que congrega sete associações que se uniram para diversos objetivos. Um deles
é a busca de um caminho mais barato de produzir e que leve em conta a saúde do
produtor e do consumidor. Em outras palavras, a agroecologia. A assessoria à
Agrupar é prestada pelo Centro de Apoio ao Pequeno Agricultor (Cepagri),
entidade com sede em Caçador, através do técnico agrícola Aires Niedzielski.
Uma das associações da Agrupar, o Grupo Salto Água Verde, é composta por
quatro famílias, mas já há outras cinco em processo de adesão. Elas produzem
vários tipos de hortaliças no sistema agroecológico, como alface, beterraba,
cenoura, couve, temperos verdes, batata-doce, aipim, brócolis, tomate e outros.
Também fabricam pães e bolachas integrais, além de trabalharem com outros
produtos como ovos, cereais e derivados de leite. Tudo isso é vendido em uma
feira semanal na sede de Canoinhas.
Feira
foi uma conquista recente Os sócios do grupo Salto Água Verde já trabalham
com a agroecologia há mais de cinco anos. Neste período a comercialização
era feita em Canoinhas, de casa em casa, através de cestas semanais. Depois de
uma grande luta com o poder público local, no início deste ano conseguiram um
pequeno apoio com o terreno e a construção de algumas barracas para abrir uma
feira semanal. "Eu sempre compro aqui para apoiar o pessoal porque estou
fazendo uma opção pela qualidade. Esse tipo de agricultura é o futuro da
humanidade", disse uma assídua freqüentadora da feira. "Tem muita
gente que produz aquela verdura bonita, bem volumosa e coloca para a venda sem
nenhum problema. Só que produzem tudo com veneno e eles mesmos não consomem a
sua produção. Para o consumo próprio estes produtores geralmente têm uma
hortinha em algum canto, sem veneno", completou. Um grande desafio da
Associação Salto Água Verde é aumentar o número de produtores no município
para que a feira tenha maior quantidade e diversidade. Eles mesmos reconhecem
que a produção ainda é bastante incipiente e que precisam aumentar o volume
produzido em cada propriedade se quiserem conquistar maior fatia de mercado. Um
fator limitante que ainda não permitiu dar este passo é a descapitalização
destes produtores e a falta de linhas de crédito específicas para que possam
investir nessa direção. As técnicas de produção são agroecológicas, isto
é, sem a utilização de qualquer insumo químico como adubos solúveis e
agrotóxicos. Os produtores trabalham com adubos orgânicos, adubação verde e
produtos alternativos como super magro, misturas a base de fumo, caldas e
biofertilizantes. Adaptado de http://www.cav.udesc.br/~vianei/canoinha.htm