|
Projeto da Escola Técnica de Feliz... Aqui no sul estamos muito animados com o rumo do nosso projeto. O Prof. Albenzio esteve conosco no Norie e indicou a melhor forma de abordagem junto ao Mec. Estamos, nesta semana e na próxima, integrando duas propostas que foram o resultado da Charrete de projeto feita no fim de semana dos dias 25 e 26 de janeiro. O grupo está trabalhando em diferentes frentes para conseguirmos até o dia 20 de fevereiro ter uma proposta coerente e imbatível para apresentar em Brasília. A nossa Cozinha Experimental está garantida, com o nome de unidade de ensino e produção. Estamos também integrando aquela avenida ao conceito da escola, e conseguimos diminuir sensivelmente a área de estacionamento. A escola será parte integrante daquela mata, se desenvolvendo como um organismo vivo, interagindo e interpretando, educando e se moldando ao ambiente. Estamos com o conceito principal de percursos educativos, sendo que o principal percurso tem como simbolismo o Rio Caí. Este Rio nasce na área de preservação ambiental, percorre todos os pontos da escola, e desagua no prórpio Rio Caí, devolvendo a natureza toda a água utilizada pela escola , depois de passar por diversos processos de purificação.Este espaço de convívio será o do elemento água. Ao longo deste percurso temos diversos pontos de interesse , a começar pela Picada Feliz, que é o grande ponto de encontro da escola, onde irão se desenvolver o auditório, a biblioteca e a parte administrativa, ligados por uma área de convívio , sendo o ponto de chegada , representando a cidade de Feliz que está recebendo a Escola.Este ponto será o do elemento ar, comunicação, passagem, irradiação. Os laboratórios e salas de aula estão gravitando em torno deste centro, fazendo parte do percurso e tendo pequenos espaços de convívio, com paisagismo produtivo e preocupação com a interação arquitetura, homem, natureza. Estes pequenos espaços de convívio ora são jardins, ora bancos, ora esculturas, ora totens informativos, e representam os 20 municípios participantes do projeto.Estamos também propondo um pequeno anfiteatro ao ar livre, feito de piso de tijolos, junto a mata nativa , mais a direta do terreno. Este é o ponto de partida do "rio" e onde ocorre o processo de transição entre a mata e a escola. Lá os alunos terão aulas ao ar livre, poderão ascender fogueiras no inverno e também apresentar peças artísticas para a comunidade.Este ponto representa o elemento fogo. No setor das estufas e hortas, optamos por dispô-las em forma de mandala, de maneira que seu uso e percepção ficasse mais lúdico e atrativo, e seu espaço fosse melhor aproveitado. Neste espaço da escola também teremos uma área de convívio caracterizada por um piso, bancos e paisagismo produtivo, caracterizando o elemento terra. Na arquitetura dos prédios estamos reorganizando os blocos, de maneira que não exista um corredor enclausurado entre as salas e laboratórios, mas sim corredores abertos, protegidos da chuva, onde o aluno poderá chegar a sua aula em contato com o ambiente natural. Outra questão importante é que estamos desenvolvendo a escola de uma maneira que seja preservada a mata das bordas , realmente configurando um refúgio, um abrigo, uma trilha a ser percorrida. A arquitetura dos prédios está também sendo revista do ponto de vista construtivo, agragando uso de materiais locais, questões de conforto ambiental, luminosidade... |